Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

 

Como estamos em tempo dele, saibamos que existem explicações para a origem da palavra Entrudo. Passemos a explicar uma delas.
Entrudo é a antiga denominação portuguesa para o período de três dias de divertimento que precedem imediatamente a entrada da Quaresma. Esse termo provém do latim introitus, que significa "entrada". A palavra Entrudo começou por designar apenas a noite de terça-feira, portanto, de entrada na Quaresma, mas, posteriormente, alargou-se ao período desses três dias, de domingo a terça-feira. Essa palavra passou a ser substituída pela palavra Carnaval a partir do século XVIII.
O costume de se brincar no período do carnaval foi introduzido no Brasil pelos portugueses, provavelmente no século XVI, com o nome de Entrudo.
Já na Idade Média, costumava-se comemorar o período carnavalesco em Portugal com toda uma série de brincadeiras que variavam de aldeia para aldeia. Em algumas notava-se a presença de grandes bonecos, chamados genericamente de "entrudos".
Ainda resistem em Portugal algumas celebrações do Entrudo que mantêm a sua singularidade, de acordo com as nossas tradições: Ovar, Torres Vedras, Alcobaça, Bragança, Loulé entre outros.
Passemos a explicar um dos Entrudos mais originais.
Em Lazarim (Trás-os-Montes), o Entrudo é uma festa local, quase privada, cuidadosamente preparada nas semanas que a antecedem. O ponto alto é a leitura pública das «deixadas», testamentos que dividem simbolicamente um burro pelos rapazes e raparigas da aldeia. Jocosas, trocistas e irónicas, são preparadas em segredo pelos mais novos, que muitas vezes recorrem à sabedoria e conhecimento dos mais velhos, repetindo a tradição. Os testamentos são ouvidos em silêncio pelos mascarados para não serem reconhecidos pelas vítimas das suas diabruras.
Mas a festa não fica completa sem o Desfile de Caretos (um Careto é um homem disfarçado que anda pelas ruas com uma máscara que serve para meter medo, fazendo de diabo à solta), o Concurso de Máscaras (feitas em madeira pelos artesãos locais) e a Queima dos Compadres - o compadre e a comadre, dois bonifrates carregados de pólvora e que, na terça-feira, põem ponto final à festa e à rivalidade que durante várias semanas opôs rapazes e rapariga.
    
 Webgrafia:
·     http://pt.wikipedia.org/wiki/Careto                                         
·         http://ciberduvidas.sapo.pt/idioma.php?rid=1589
·         http://www.cmmirandela.pt/index.php?oid=3952
·        http://pt.wikipedia.org/wiki/Entrudo                                                            
  • Trabalho de pesquisa feito pelos alunos do 3.º ano, com a colaboração da docente de Informática, a Prof.ª Sara Costa.

     

 



Um trabalho de melguinhas_3_ano_eb1cuval às 21:42
Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

 

A Árvore dos Três Desejos

 Já refeitos do susto, continuaram pelo bosque sem destino certo.
Ao fim de poucas horas, caiu a noite. Estava um frio de tremer o dente a qualquer rato. O vento soprava forte e as folhas levantavam-se do chão em remoinho. Não tardou muito para a chuva se juntar aos seus amigos vento e frio.
Atrevidos e Sabichão deram corda às suas patitas para fugirem do mau tempo. Rapidamente encontraram um tronco de uma árvore bem velha. Não sabiam eles que aquela era a Árvore dos Três Desejos…
            Abrigados da tempestade, deitaram-se em duas folhas grandes, bem secas e por isso, quentinhas. Sabichão estava agora relaxado. De patas cruzadas, disse para o seu companheiro:
- Ó Atrevido, sabes o que ia bem agora?
O colega de aventura logo respondeu:
- Não... – para logo de seguida dizer bem alto – talvez um queijo bem grande!
Qual não é o espanto quando, num passe de mágica, aparece dentro do tronco um queijo bem apetitoso.
Sabichão e Atrevido estavam confusos mas deliciados. Tudo aquilo parecia um banquete!
Para nós, que sabemos que aquela era a Árvore dos Três Desejos, ainda restavam dois pedidos…
Com as barriguitas inchadas de tanto queijo comer, Sabichão suspirou com mais um desejo:
- O que faz falta depois disto é uma tigela de boa água…
E não é que a tigela apareceu do nada para o meio dos dois?! Pasmados, beberam até fartar.
Contudo, começaram a desconfiar que era sorte a mais. Foi então que Sabichão se lembrou que poderiam estar numa árvore mágica.
Estavam a falar dessa magia, quando, lá fora, a tempestade ficava cada vez mais feia. Foi quando um relâmpago cortou ao meio a árvore que logo se incendiou.
Nesta altura, Atrevido e Sabichão só tiveram tempo para pedir:
- Quem nos dera que a tempestade acabasse!
Estava dito o terceiro desejo. Mas como torná-lo verdade se a Árvore dos Três Desejos estava queimada?
PS - História a ser continuada pelos alunos da EB1 de Serrazina n.º 3 - Brejo.
(Os alunos da Turma C, do 3.º Ano, da EB 1 do Curval – Pinheiro da Bemposta.)


Um trabalho de melguinhas_3_ano_eb1cuval às 09:44
Este é o nosso espaço para divulgarmos os nossos trabalhos, projectos e informações úteis sobre a nossa turma e seu funcionamento. Está simples para o enriquecermos à medida que formos crescendo. Tem a ajuda dos Pais e dos nossos professores.
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BAÚ DAS RECORDAÇÕES
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Enquadramento Legal
Na sequência da Reunião Geral com todos os Encarregados de Educação, realizada a 12/SET/2008, todos os Pais consentiram previa e formalmente o recurso a imagens e/ou à identidade dos seus educandos no âmbito dos trabalhos deste Blog.
Silêncio, é o barulho das palavras!
Tendo em vista as condções de melhoria do ensino da Língua Portuguesa, o Ministério da Educação promove um programa de formação contínua de professores, designado por Programa Nacional de Ensino do Português no 1.º Ciclo. Face às dificuldades dos nossos alunos no domínio da Língua Portuguesa, que constituem uma preocupação, o nosso Agrupamento aderiu a este Programa e no sentido de sensibilizar toda a comunidade educativa, surgiu a oportunidade de implementar um projecto com o objectivo de desenvolver e encontrar estratégias que, indo ao encontro dos problemas diagnosticados, os possam colmatar. O Projecto conta com a participação de escolas de vários níveis de ensino, desde o Pré-escolar, 1.º Ciclo até aos 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico de modo a perspectivar o ensino da língua de forma integrada. Espera-se que o trabalho produzido no âmbito deste empreendimento se constitua como um contributo útil não só para docentes, mas, essencialmente, para os seus/nossos alunos. Em suma, queremos ajudar os nossos alunos - numa parceria estratégica com as Famílias - a experimentar a Escrita e a Leitura como valiosa ferramenta comunicacional de participação democrática e de cidadania, de acesso à cultura (ou à variedade de culturas), de fruição estética e de comunicação com os outros. Este blog não passa de um recurso mais para enriquecer a abordagem proposta em sede de Projecto.
Calendário Escolar
1.º Período: Início a 12/SET/2008 e Termo a 18/DEZ/2008. 2.º Período: Início a 05/JAN/2009 e Termo a 27/MAR/2008. 3.º Período: Início 14/ABR/2009 e Termo a 19/JUN/2009. INTERRUPÇÕES LECTIVAS: 1.ª de 19/DEZ/2009 a 04/JAN/2009. 2.ª de 23/FEV/2009 a 25/FEV/2009. 3.ª de 28/MAR/2009 a 13/ABR/2009. DIAS LECTIVOS em 2008/2009: 1.º Período: 68 dias lectivos; 2.º Período: 57 dias lectivos; 3.º Período: 46 dias lectivos. ATENDIMENTO AOS PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO: terças-feiras, das 16.30 às 17 Horas (na terceira e quarta semana de cada mês).
Para Pais e Encarregados de Educação
Esforcem-se por falar sempre bem da Escola, dos Professores e do Pessoal Auxiliar para que o/a seu/sua educando(a) respeite o local onde aprende e, acima de tudo, quem o/a ensina. Verifiquem, com naturalidade, se faz os trabalhos de casa e se traz o material necessário para as aulas. Ensinem-no(a) a organizar o tempo, para que possa estudar, brincar e até, quem sabe, dar uma ajuda em casa. Arranjem-lhe um local arejado e com boa luz onde, além de arrumar todo o seu material, possa estudar tranquilamente. Falem-lhe das vantagens de um comportamento calmo, educado e cooperante, que (só) o(a) ajudarão a ter sucesso educativo. Sempre que possível, ofereçam-lhe um livro e incentivem-no a ler. Falem, com entusiasmo, de como é bom aprender sempre mais de forma a que o/a seu/sua educando(a) tenha gosto pela vida escolar.
Melgas de serviço
Ana Lopes; Cátia Sofia; Davi Santos; Fábio Martins; Fábio Pereira; Gabriela Filipa; João Paulo ; Jorge Silva; José Pedro ; Leonardo; Luana Silva; Lurdes Sofia; Mariana; Miguel Cruz; Mónica Sofia; Pedro Mergulhão.